27/04/2004 02:43
Look vídeo
E estamos voltando à rotina!Pois é,né gente?E cumprindo o prometido já tô aqui de novo para postar e juntamente publicar nossos lindos continhos de terror!
Ah!Hoje eu não quero falar sobre outros assuntos exceto agradecer a locadora "Look Vídeo",pois tudo (ou quase) que eu preciso,eu ligo lá e a Keila,ou a Viviane ou a Amanda sempre me dão uma ajudinha,inclusive a algumas horinhas atrás,eu liguei e falei-lhes que meu DVD tá com problema,e imediatamente elas me encaminharam para um técnico,mas não é só sobre isso,não!Pois até os fast-food que comemos quase sempre,os panfletos veêm de lá,é problema com o computador,e eu ligo lá,bom,para quase tudo,acabou ligando lá!Acho que viraram minha segunda família,e portanto tô aqui prestando essa mínima homenagem e agradecendo demais,mesmo!Valeu,viu gente maravilhosa?
Agora,vamos desbotar as saudades dos continhos que não vieram ontem?
Fuiiii!!!
Galo morto também canta
Colaboração:Luís Cláudio F. Silva
Contava minha avó, que na antiga cidade de Anta(MG), atualmente Além Paraiba(MG), onde sua familia veio se estabelecer como fazendeiros, tinham uma fazendeira vizinha que era muito má.
Todos a temiam. Seus escravos eram muito maltratados, o tronco era o ponto central das atenções de todos e da fazenda também.
Certa feita, numa sexta-feira santa, a Sinhana deu vontade comer um galo que possou pelo terreiro na sua frente, e
ordenou:
- "Bertinha, mate esse galarote para meu almoço"
A mucama, muito submissa, argumentou:
- "Mas sinhá, hoje é sexta-feira da paixão."
Sinhana, como era conhecida, apontou, ameaçadora, para o centro da fazenda e a humilde serva entendeu o peso da ameaça que pairava sobre sua cabeça.
Morto e preparado, o galarote foi posto à mesa numa travessa enfeitada para o deleite da senhora da fazenda.
Quando a senhora foi servir-se do galo, a travessa, sem que ninguém tocasse nela, afastou-se da senhora. Nova tentativa, e novamente o fenômeno. A senhora furiosa, gritou:
- "BERTINHA, você esta brincando comigo?"
A pobre escrava, petrificada, em estado de choque, presenciando aquela cena, respondeu:
" - Não, Sinhana, não estou não."
A Senhora gritou:
- "Então vamos ver quem tem peito pra me enfrentar."
Levantou-se da cadeira e novamente empunhando garfo e faca aproximou-se da travassa de serviços, onde o galo estava assado e ricamente decorado, e na terceira e decisiva tentativa, atacou o galo, que mais uma vez se desvencilhou da senhora, bateu asas, pousou com os toquinho de coxas na cabeceira da enorme mesa da fazenda e cantou: "Cocoricóóóóóóóóó!" Bateu asas novamente, pousou na janela do salão de jantar e sob os olhares: ameaçador da senhora e aterrorizado da Bertinha, cantou: "Cocoricóóóó!"
Pulou no terreiro, e foi comido pelos cães da fazenda.
A Senhora, furibunda e com fome, bradou:
- "FELISBEEEERRTA! Isso foi praga sua."
E a pobre serva foi parar no centro da fazenda e açoitada até a morte.
Dizem que por muitos anos se ouviu o galo bater asas e cantar na soleira da janela da fazenda.
Casa abandonada?
Colaboração:Neto
O que vou contar aqui, pode ser considerado um causo bem idiota, mas é pura realidade. Não vou inventar nada para melhorá-lo como, com certeza, muitas pessoas fazem.
Moro em uma cidade no interior de São Paulo, chamada Franca, perto de Ribeirão Preto. Quando eu me mudei para a casa onde atualmente moro, tinha uns 6 anos de idade, e os vizinhos que eram meus amigos, me contaram umas histórias esquisitas a respeito da casa de frente a minha. Falavam que lá morava uma bruxa, ou uma vampira, e essas coisas típicas de crianças. Não acreditei muito, mas sempre fiquei de olho na casa.
Se passaram 8 anos e eu nunca vi um movimento naquela casa, mas reparei que ela sempre estava limpa, e tinha até uma planta viva na sacada da casa. Em janeiro deste ano (99 pois estou escrevendo isso em dezembro), dois primos meus de Ribeirão vieram me visitar, e ficaram na minha casa durantes uns 15 dias. Eles ficaram no quarto de hóspedes (minha casa é um sobrado), cuja sacada, dá de frente para a suposta casa abandonada.
Numa noite eu estava com eles no quarto, e apostamos quem passaria a noite em claro. Um dos meus primos dormiu. Eu continuei acordado e olhando para o outro primo, para ver se ele dormia. A noite se passou e lá pelas 4 ou 5 da manhã, quando ainda estava escuro, fui para a sacada e fiquei olhando para a casa, tive uma sensação ruim, e me lembrei exatamente das histórias dos vizinhos (que já haviam mudado do bairro).
Ficamos eu e meu outro primo na sacada e contei para ele as histórias, e também que eu nunca ví nem um movimento naquela casa. De repente, enquanto falavamos sobre a casa, senti algo muito estranho que nunca senti antes, e a sacada da casa "abandonada", se abriu. E lá de dentro saiu uma mulher, com roupas muito esquisitas. Na sua cabeça havia um pano que impedia de ver o rosto, uma saia cumprida que não deixava aparecer um pedaço da pele, e a camisa de manga cumprida também, e uma bota esquisita. Não dava para ver um pedaço da pele, somente as mãos, que tinham as unhas compridas, e manchas.
Essa mulher, saiu com uma mangueira, deu uma limpada na sacada, aguou as plantas, e quando o sol começou a nascer, ela olhou para cima correu para dentro da casa e antes que fechasse a porta da sacada nos viu, parou um instante, e voltou para dentro.
Desde então, tenho prestado mais atenção naquela casa, e vi que a porta da sacada e a janela (que são de frente para a minha casa), são feitas daquele tipo de vidro que do lado de fora não se vê nada, e do lado de dentro se vê tudo. Já se passou quase um ano, e desde então coisas esquisitas tem acontecido comigo, e todas às vezes sinto a mesma coisa que senti quando vi aquela mulher.
Essas coisas dariam vários causos que quase ninguem acreditaria, por exemplo: telefonemas estranhos com vozes fantasmagóricas, balanço balançando sozinho, minha cachorra latindo para a casa, como se ela pudesse ver o que ocorre do outro lado, o ventilador do meu quarto, (aqueles de cordinha) com a cordinha balançando do nada, a luz do meu abajur acendendo sozinha, etc.
Hoje, estou aqui, escrevendo isso, no quarto ao lado do quarto de hóspedes, que tem a sacada para frente da casa... Olhei na lista telefônica para ver se achava o telefone a partir do endereço, e nada... De vez em quando tenho essa sensação estranha, que ninguém mais tem, e logo depois algo de estranho ou até mesmo sobrenatural acontece...
Talvez seja um sexto sentido, para me protejer... Ou até mesmo uma maldição...
As criaturas da noite
Colaboração:Vagner Cardoso
Isto aconteceu mais ou menos em 69, um vizinho meu que era muito estranho, diziam que ele se chamava José Goé, tinha mais ou menos uns 97 anos. Tinha dois filhos que eram muito estranhos também e nunca saia de casa para nada, inclusive não sei o que comiam, pois não iam na padaria.
A única vez que os vi, os 3 estavam saindo de casa uma madrugada as 3:30 hs, eu estava chegando da noite e por acaso encontrei as figuras horripilantes. - no bairro eu conto mas eles duvidam de mim - Estavam com a boca suja de sangue e os olhos arregalados como se fossem verdadeiros zumbis. Não parei o carro e continuei seguindo em alta velocidade. Fiquei desnorteado ao ver aquilo e corri em direção a um posto policial que ficava mais ou menos a uns 3 Km do local.
Em uma certa travessa parei para fazer o cruzamento de uma avenida quando os 3 apareceram ao lado de meu carro no vidro (já estava longe deles. como chegaram até lá?!). Aí sim vi de perto, não podia acreditar no que via. Tinham presas iguais a de lobos, as quais deviam estar sedentas para sugar minha artéria. Disparei em alta velocidade e continuei o trajeto sem parar em lugar algum.
Quando cheguei no posto policial só havia um guarda, que me informou que haviam acabado de receber um chamado muito estranho de que tinham encontrado um rapaz morto sem nenhuma gota de sangue em seu corpo e que estava até transparente. Contei o fato que tinha acontecido comigo e ele hesitou em acreditar. Me acompanhou até minha casa e mostrei a casa do vizinho.
No outro dia foram fazer uma vistoria na casa e...
Para minha surpresa e a de vocês, não havia ninguém e muito menos móveis e nem vestígios de que passou alguém por alí há muito tempo.
Quem seriam as terríveis criaturas com quem me deparei ?
Seria o anjo da morte?
Colaboração:César
Este fato foi narrado por um primo meu, que, diz minha mãe, é conhecido por ser extremamente cético e descrente em qualquer tipo de fenômeno sobrenatural. No entanto, eu não estava presente, não posso atestar a veracidade destes fatos e apenas repasso a título de curiosidade. Pode até ser um belo conto-do-vigário, mas não deixa de ser curioso :)
Posso afirmar, no entanto, que realmente este meu tio existiu e realmente morreu a caminho de visitar os parentes.
Há cerca de 2 anos atrás, um tio-avô meu teve câncer (se não me engano, na bexiga, mas não tenho certeza). Referida moléstia acabou por conduzí-lo a um estado terminal, não lhe deixando qualquer possibilidade de sobrevivência. Pediu, então para visitar a família, aqui no Paraná, pois ele residia no Rio Grande do Sul.
Durante toda a viagem, ele passou por dores horríveis, pedindo a toda hora para urinar. No entanto nas paradas, pouco - ou nada - conseguia passar de urina.
Em dado momento, já nas últimas horas da viagem, ele pediu mais desesperadamente para que parassem o carro. Quando isto foi feito, ele se encaminhou (com a ajuda dos parentes que o acompanhavam, entre eles meu primo) para a margem da rodovia. Quando ele começou a tentar urinar, as pessos observaram um velho aproximando-se (apesar de ser um local totalmente ermo). Este último achegou-se a meu tio, e sem se dirigir a mais ninguém, jogou um pouco de água na testa de meu tio, afirmando que aquilo faria cessar sua dor. Em seguida virou-se e voltou para o caminho de onde veio.
Todos olharam para meu tio, que nesse instante começou a urinar e teve um grande alívio em sua dor. Quando procuraram pelo tal velho, este já não estava mais lá. Meu primo diz que inclusive fez a volta com o carro e procurou pro alguns quilômetros, mas nada encontrou.
Poucos quilômetros à frente, eles pararam novamente, desta vez para tomarem um lanche, em uma lanchonete próxima à Apucarana, muito conhecida na Região. Deixaram meu tio sozinho no carro por apenas alguns minutos e quando retornaram ele estava morto.
Quero dizer que eu mal conhecia as pessoas mencionadas neste causo, que me foi narrado por parentes, há pouco tempo atrás. Mas, como se diz, não creio em bruxas, mas que elas existem, existem ...
Esporas
Colaboração:Vanessa
Este causo foi contado pela minha avó. Minha avó mora em Porto Alegre,e tinha uma vizinha que era muito amiga dela.
Um dia essa vizinha ( tinha uns 45 anos ) que ja estava cansada de morar na cidade e decidiu morar no interior do Rio Grande do Sul. Ela arrumou uma casinha muito bonitinha, era de um gaucho tradicional que havia desaparecido e entao a familia dele decidiu vender a casa. Nisso ela viu a casa toda, adorou ...e se mudou definitivamente. Ela morava sozinha.
Ate que feliz com sua casa ( ela dormia no quarto de cima ), comecou a escutar passos na escada...passos de um sapato diferente...como se fosse um chocalho e percebia que esse barulho se aproximava...e quando o sentia muito proximo, acendia correndo a luz do abajour que ela tinha em seu criado mudo e com isso o barulho desaparecia. E as noites foram passando e sempre a mesma coisa ... mas ela nao ligava, como nao estava a fazendo nenhum mal...
Bom, ate que um dia ela estava fazendo uma "senhora " faxina na casa e foi mover um armario (que veio junto com a casa quando ela comprou) e embaixo dele havia uma porta, para entrar abaixo do chao, ou podemos dizer um porão, algo parecido. Nisso ela decidiu abrir... so que estava muito escuro...entao ela ficou com medo, e chamou os vizinhos para irem junto com ela.
Os vizinhos levaram lanternas e tudo que pudesse ajudar , entao eles desceram as escadas e ao acenderem as lanternas, havia um senhor enforcado com roupas gauchas ...e a amiga da minha avo, que ficou apavorada, olhou direto para os pés dele...e para a surpresa dela, ele estava usando botas com esporas.
Mensagem também em http://meacesse.turmadobar.com.br
enviada por Lu
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