20/04/2004 01:29
Mais BBB4
Eu sei que vai parecer "lixo retrô",mas eu precisava realmente voltar a comentar sobre o BBB4,pois há algo que eu até ouvi falar,mas custei à acreditar,....Era a história de que o "coveiro" saiu na revista "G Magazine"!...Gente o que é isso?Quem tem coragem de gastar seus tão suados trocados para ver esse cara pelado?Vá lá para as filhinhas de papai que recebem altíssimas mesadas mensais,e aqueles homens que se ligam no assunto,mas especificamente essa revista,acho que nem eles.Alguém de vô 6 conhecem um ser capaz de tal ato?Bom,se conhecem,saibam que tô aberta à indagações contrariando esse post,mas sinceramente,eu duvido que alguém se manifeste.
Tudo bem,desabafado o desperdício que a produção da revista deve ter tido com esse cara,vamos ao que interessa?Que tal uns famosos e belos continhos de terror?
Fuiiii!!!
O falecido aluno
Colaboração:Magali
Esse caso aconteceu comigo há 20 anos atrás. Eu trabalhava num prédio, numa secretaria de escola, , trabalhava sozinha em um andar atendendo os alunos que, eventualmente, apareciam para obter alguma informação. Certo dia, estava trabalhando, quando percebi um vulto no balcão, do meu lado direito, era um rapaz novo; ele não esboçou nenhum movimento, tampouco, fez barulho para entrar, só queria saber do professor Caio. Quando girei a cadeira para me levantar e informar que o profesor ainda não tinha chegado, ele já não estava mais lá. Fiquei cismada, pois ele nem esperou pela informação, que mal educado! fiquei falando sozinha! andei, rapidamente, pelo andar à procura dele, chamei, perguntei ao porteiro se ele tinha visto a pessoa sair e nada!Pensei: "ele deve voltar ou ligar".Continuei meu trabalho. Mais tarde esse mesmo professor chegou agitado e disse ter tido uma péssima noite, pois quando voltava pra casa, presenciou um acidente e parou para ajudar, um dos acidentados era justamente um aluno dele, ele ia, naquele momento, ligar para o hospital para saber notícias do rapaz. Quando desligou, me olhou chocado e disse "ele morreu!" Naquele momento, me veio o tal aluno da tarde na cabeça, juntamente com um arrepio pelo corpo todo e antes que ele me dissesse mais algo, perguntei: como ele era?A que horas ele morreu?Coincidentemente, a descrição que ele me deu era a mesma do rapaz que tinha estado lá de tarde, e, coincidentemente, por volta do mesmo horário do falecimento...Julgo que teria sido para agradecer a ajuda que o professor prestou e quando viu que ele ainda não tinha chegado, simplesmente foi embora...O fato é o tal aluno não repareceu e tanto eu como o professor Caio nunca soubemos (?!), exatamente, quem foi a pessoa que o procurou naquela tarde...
O médico médium
Colaboração:Aline Mendes Paes
Esse fato aconteceu com meu tio-primo e foi minha mãe que me contou.
A história é um pouco comprida mas vale a pena ler. O fato é conhecido entre alguns médicos médiuns.
Bem, temos em minha família, várias pessoas com grande mediunidade (para quem acredita) e meu tio tem um grau bastante elevado, porém não aceita isso, fato até achado por mim engraçado.
Um belo dia entra em sua clínica(ele é ginecologista) uma mulher. A mesma queria colocar um DIU, porém avisou a ele que mesmo ele colocando seria inútil, pois ela ficaria grávida dentro de três meses.
Meu tio-primo achou engraçado e procurou inserir o DIU com muito cuidado e perícia, para que nada acontecesse. Três meses a mesma retorna avisando que se encontrava grávida, coisa que me tio achou impossível e solicitou exames.
A mesma realmente se encontrava gestante. Assim sendo procurou encaminhá-la para um obstetra para o mesmo fazer o acompanhamento da gestação, mas a mulher disse que não queria. Informou que ela teria que ser acompanhada por ele. Bem, para não haver discursão, ele resolveu acompanhá-la junto com um obstetra. Os nove meses se passaram e na última consulta a tal mulher ao ser informada que o obstetra era que faria seu parto disse ao meu tio-primo:
- Doutor, por mais que o senhor queira, será você que fará o meu parto. Bem, para reduzir a história, no momento do parto ela ligou para o meu tio, que tentou entrar em contato com os obstetras de plantão no hospital, mas infelizmente não encontrou NENHUM disponível. Ele a levou para a sala de parto e acabou realizando-o.
Na hora que o Bebê nasceu e foi retirado a placenta, ele mesmo procurou minunciosamente pelo DIU que outrora havia colocado mas nada encontrou. De repente a enfermeira que tinha o bebê nos braços chamou. Qual não foi sua surpresa em encontrar ao abrir a mão do bebê o DIU que ele havia posto em sua mãe meses atrás.
Meu tio-primo se voltou para a mulher sem entender nada e perguntou para ela:
- Como você sabia que iria ficar grávida mesmo com o DIU, e como você sabia que seria eu que faria seu parto??
A mulher respondeu:
- Doutor, aquela criança que acabei de ter, é meu pai, falecido à uns dez anos e ele me disse que voltaria como meu filho e somente através de um médico médium e ele me indicou o senhor para fazer isso...
Até hoje meu tio não comenta, mas muitos conhecem essa história,...
Anjo da guarda?
Colaboração:Alessandra
... Foi uma vez que eu saí à noite.
Quando cheguei em casa, no caminho pro meu quarto (um corredor bem extenso), eu estava cuidando pra não fazer barulho por causa do meu pai, quando dei de cara com uma "coisa", meio esfumaçada, toda preta que fazia um formato certinho de ombro e cabeça (o que eu conseguia ver com a luz da lua que entrava pela janela).
Eu continuei andando, achando que era besteira, até o momento que essa "coisa" esbarrou no meu ombro. Mais do que depressa, enfiei a mão dentro do meu quarto para acender a luz e quando olhei pra trás, claro, que a "coisa" não estava mais ali.
O estranho é que eu não senti medo, tanto que continuei andando e senti sim, uma paz muito grande.
Serra da pedra pelada
Colaboração:Ailema
Isso não é ficção! Mas aconteceu na passagem de ano (1999/2000) comigo.
Quis passar o ano com sossêgo, na paz de Itatiaia - RJ. Bem... quando eram meia-noite, estávamos eu, meu marido e mais dois amigos no carro. Tínhamos ido até um ponto da serra da Pedra Selada de onde dava para ver uma cidade toda bem abaixo.
17 minutos depois (já era 01/01/2000) estávamos retornando para a casa e estávamos numa parte da serra em que não há nada, somente o abismo e muito mato ao seu lado. Essa serra é totalmente desprovida de iluminação (quem já passou por lá sabe). Nenhum automóvel passava por nós, pois era reveillon e todo mundo estava comemorando.
Fato é que essa hora todos nós 4 dentro do carro testemunhamos uma luz verde fortíssima que iluminava todo o abismo ao nosso lado! O que impressionou foi ela variar os tons de cores... não havia qualquer som... continuamos prosseguindo e nada. Nenhum carro, moto, animal, nada na estrada. Quando um dos amigos olhou para o alto, avistou um objeto metálico, forma de trapézio e iluminado nas bordas que pairava bem no alto e o máximo de terror veio quando a coisa sumiu simplesmente de onde estava. E a luz misteriosa sumiu junto!! Até hoje, não ousamos afirmar mas acreditamos que era algo extra-terrestre, pela mística e energia que aquele local totalmente exotérico envolve.
Ainda mais, que naquela noite e hora em especial, só havíamos nós por lá... e desde que o objeto sumiu ainda percorremos mais 20 min. até a cidade e NADA, absolutamente, NADA passou por nós. Ninguém ou nenhum automóvel. Isso indica que o que avistamos era mesmo algo além do normal... naquele dia deu para notar porque esses acontecimentos são sempre nessas pequenas cidades do interior, com pouca gente, muito mato, e pouquíssima ou nenhuma luz. Eles não querem "testemunhas" e talvez por isso tenha sumido, acho....
Estranha procissão
Colaboração:Frida
Meu avô, hoje aposentado, foi perito criminal por muitos anos.
Durante os muitos plantões, deparou-se com situações no mínimo inusitadas. Eis duas delas, simplesmente inacreditáveis...
Anos 60, São Paulo.
Meu avô, acompanhado pelo investigador e o fotógrafo da polícia, dirigia-se a um local (no jargão policial, o lugar onde se vai investigar um crime).
Passaram pela Rua da Consolação. Eram aproximadamente 2 da madrugada quando o carro foi obrigado a parar em frente ao cemitério da Consolação. Estupefatos, eles presenciaram uma estranha procissão, pessoas vestidas de mantos e com capuzes nas cabeças, como aquelas roupas do Ku Klux Klan, atravessando a rua em direção ao cemitério. E elas simplesmente atravessaram o muro. Eles ficaram parados até a procissão terminar de passar...
De outra feita, meu avô estava no local de um crime, procurando o corpo, quando apareceu na frente dele uma moça, que simplesmente lhe apontou uma casa. Ele entrou e encontrou um cadáver enforcado. Quando meu avô virou-se para trás, a moça tinha desaparecido, sem deixar sinais.
Por essas e outras não realizei o desejo de meu avô, ele queria que eu fosse perita criminal...
VULTOS E VOZES
cOLABORAÇÃO:LENE FORTALEZA
BOM, FAZ POUCO TEMPO QUE ISSO OCORREU.ESTAVA EM CASA,E SENDO SIMPATIZANTE DE WICCA, ACREDITO EM ALGUMAS COISAS.NA HORA QUE EU IA DESLIGAR A TV, OUVI UMA VOZ DIZENDO:NÃO, DEIXA AÍ! DEPOIS VI UM VULTO DE UM RAPAZ LLLLLLINDO ! MAS AÍ, QUANDO ELE SE VIROU, MEU TOMEI UM SUSTO: ELE ESTAVA CHORANDO SANGUE! DEPOIS DISSO, SÓ SEI QUE DESMAIEI... ACORDEI NOS BRAÇOS DE MEU NAMORADO, QUE DISSE TER ME VISTO CAÍDA NO CHÃO E POUCOS SEGUNDOS , FLUTUANDO
O Insano
Colaboração:Luciano Pereira Melo
Naquele momento a casa estava tomada por uma penumbra sinistra. O cheiro de mofo misturado ao de carne podre ocupava todos os cantos do lugar. Ele chegou.
Já passara das duas horas da manhã. Quando abriu a porta respirou fundo. Gostava daquele cheiro. Não acendeu as luzes, preferiu as velas.
De repente uma sombra, uma sombra enorme. Parecia um monstro. Era uma pequena ratazana que passeava ou tentava se aquecer em frente a vela.
Seu vizinho mais próximo ficava a uns 500 metros dali. O local era perfeito. Foi até o carro e de lá trouxe um embrulho, um embrulho muito grande. Deveria pesar em torno de 20KG, mas ele era forte e trouxe-o sob um braço apenas. Depositou-o sobre uma velha mesa.
Sobre a mesa também haviam vermes, além de uma pequena multidão de moscas varejeiras, que faziam um zumbido frenético. Tateou procurando um pequeno candeeiro que ele sabia estar por ali. Sempre o usava. Achou-o. Foi até a cozinha e pegou um cutelo, um cutelo bem afiado. Pisou sobre um camundongo que soltou um grunhido, talvez o seu último. Retornou à mesa. Tirou o saco que envolvia o embrulho e de lá jorrou sangue. Ainda estava quente e pastoso, seu cheiro doce se misturava aos demais odores da casa. Ele estava extasiado. Pegou o cutelo. Primeiro fez uma incisão na barriga. Retirou o fígado e apalpou-o. Adorava a consistência do órgão. Depositou-o em uma pequena vasilha, onde os vermes de dilacerações anteriores já esperavam como se soubessem da oferenda.
Após, iniciou lenta e gradativamente o escalpe do corpo que jazia a sua frente. Amputou os membros superiores com cortes milimétricos, não fosse ele o que era hoje, com certeza seria um cirurgião, tal sua precisão. Sob a mesa de madeira estava uma bacia. Fora colocada ali propositadamente a fim de recolher todo o resquício de sangue que porventura fosse escorrer do corpo inerte. Com a vítima já cortada em partes, serviu-se do sangue. Colocou-o dentro de uma taça e bebeu, acreditava que o sangue lhe trouxesse mais força e saúde. Pôs as partes cortadas em uma caixa de ferro fundido e fechou.
Não se deu o trabalho de limpar o local. Gostava do cheiro atual, cheiro doce do sangue, gostava também do cheiro em que aquele sangue e alguns pedaços de carne que tivessem caído ou sobrado, exalariam daqui a mais uns dois ou três dias. Deitou-se, sem ao menos lavar as mãos. Já na cama, lembrou do pedaço de fígado que havia guardado. Sua boca salivou. Ele levantou. Foi à cozinha. Pegou o fígado. Comeu-o cru. Do canto de sua boca escorreu um espesso filete de sangue, ainda morno, daquele órgão macio e flácido. Comeu com prazer e foi deitar-se.
Levantou ao amanhecer. Tomou banho. Preparou o café. Afastou as moscas que pousavam ou depositavam vermes em um pedaço de murcilha. Comeu vagarosamente, alternando com goles de café. Após, aprontou-se para ir ao trabalho, parecia outro homem. Bem vestido, ele tirava com uma faca pontiaguda o sangue que ficara coagulado sob suas unhas, em especial a do dedo mingo, pois esta era mais comprida que as outras e ele a utilizava não só para tirar cera dos ouvidos, mas também para se servir de pequenas doses de cocaína.
Ao chegar no trabalho um de seus subalternos o informou Doutor, William, seu filho, desapareceu ontem a noite.... Então ele sentou abruptamente sobre sua cadeira. Levou as mãos ao rosto e pareceu chorar. Ele teve quatro filhos com sua ex mulher. Logo após ela abandona-lo pelo seu próprio irmão, seus filhos foram sumindo, um a um, inexplicavelmente.
Na cidade, todos tinham pena daquele pobre homem, tão castigado pelo destino. Um homem que havia levado a vida elucidando crimes na cidade, não tivera a mesma sorte quando os crimes atingiram aos seus; "ironia do destino" pensava o povo.
Dois meses depois ele chegou em casa, novamente na penumbra da noite. Desta vez com um embrulho maior. Era uma mulher. Um cadáver. Sua ex mulher. Não à esquartejou como aos demais. Apenas à trouxe de volta ao lar.
Mensagem também em http://meacesse.turmadobar.com.br
enviada por Lu
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