23/04/2004 02:21
Não abandonei!
Naum abandonei vô 6,naum!E ja vou explicando....é que ontem eu não postei nadinha,mas não foi por falta de vontade,viu gente?A questão é que eu só consegui um tempinho para vir postar no meio da madrugada (mesmo tendo feriado,eu tinha aqueles serviços para concluir),e bem nesta hora o "Turma do bar" estava fora do ar fazendo as atualizações do site,e como eu não achei legal deixar meu post só no blog do ig,preferi voltar hoje e tirar o atrazo!
Ah!E tem mais,...Eu consegui!Ontem mesmo quando eu vim aqui,eu já tinha conseguido terminar o serviço todinho (ufa!),e agora só falta despachar um sofá de dois lugares (é doação,se souberem quem quer,é só me falar),que aí eu vou trocar esse micro de lugar,mas enqüanto isso não acontece,eu tô livre!
Portanto,que tal comemorarmos a liberdade com alguns continhos?Topam?
Fuiiii!!!
Aviso inesperado
Colaboração:Layla
Essa história se passou com a minha mae quando ela tinha 12 anos,hoje ela tem 53.
Ela era interna em um colégio extremamente imenso em Sao Paulo.O Educandário tinha um pátio enorme,escadarias e diversos andares com corredores longos e largos e com 30 quartos. O lugar era realmente muito sombrio...minha mae era sonâmbula.. muitas vezes descia pelas escadarias, até ao pátio ,sozinha.. pegava produtos de limpeza.. limpava o patio todo desacordada...quando caía algum balde ela acordava assustada no meio da escuridão e subia correndo pelas escadarias...que havia um gigante relogio que soava uma musica bastante pavorosa...Em cada quarto haviam 15 camas.Nos fins de semana,as amigas da minha mae iam pra casa e algumas permaneciam com ela no colégio.Numa noite num fim de semana,minha mae dormia num quarto sozinha com outra amiga que dormia distante dela, no mesmo quarto, minha mae cobriu a cabeça porque sentia medo... quando ela retirou a coberta, ela viu tres anjos voando sob sua cama...mas nao via o rosto...Ela sentia vontade de ir ao banheiro e teria que atravessar aquele imenso corredor sozinha,quando ela viu no quarto da frente uma freira ajoelhada,rezando.. era umas 3:00 da manha...Com medo.. ela desiste de ir no banheiro e volta a dormir.As 5:00 da manha, uma freira acorda minha mae e sua amiga pra dar uma terrivel noticia: que a freira Maria havia falecido as 2 da manha... Provavelmente ela avisou minha mae sobre seu falecimento,aparecendo pra ela no meio da noite...
Objeto estranho
Colaboração:Marcelo
As duas horas da manhà, estava de pernoite no aeroporto de São José, quando me deparei com um objeto vindo em direção ao bombeiro, situado em frente à pista do aeroporto.
Parecia uma folha de zinco caindo do céu. Logo em seguida desapareceu.
Isso aconteceu no dia 20 de fevereiro de 1999.
Uma tempestade misteriosa
Colaboração:Layla
Essa histótia aconteceu quando minha mãe tinha 12 anos,hoje ela tem 53.
Minha bisavó havia mandado minha mae até uma farmácia proxima da casa dela..o dia estava muito bonito,muita gente na rua,pois ela morava na grande Sao Paulo. Talvez seja dificil acreditar ,mas quando ela estava no meio do caminho,ela viu que o tempo começou a mudar, o céu escureceu começou a ventar muito forte e os carros da rua até estavam com farois acesos.... Iria cair uma imensa chuva...todas as pessoas estavam se recolhendo,mas minha mae precisava ir até a farmacia,pois minha bisavó era muito exigente. Quando ela notou que estava sozinha na rua, ela avistou numa esquina proxima da farmacia,um homem estranho.. parecia se com um robô,todo de ferro,e com dedos muito compridos nas duas maos...esse homem apontava para o céu com seu comprido dedo e a cada vez que ele fazia isso, trovejava forte com relampagos...ela assustada,sem saber o que era aquilo,se realmente era um homem ou um ser de outro planeta,resolveu voltar correndo pra casa. Tudo aconteceu em questao de minutos.Chegando em casa,ela perguntou pra minha bisavó como eram feitos os trovoes e os raios e ela nao soube responder. Em 20 minutos,passou a tempestade e ela saiu na rua novamente mas nunca mais encontrou aquela criatura.
Carona morta
Colaboração:Zambrano
Muitos podem não acreditar, mas aconteceu mesmo!!
Eu estava com meu primo na estrada, quando um homem, de aparência horrível, nos pediu carona.
Eu e meu primo pensamos, aquele cara não deveria ver água a dias, então demos carona ao pobre homem, já que ele ia ao mesmo lugar que nós.
Quando ele entrou, sentimos um cheiro diferente, não insuportável, mas horrível.
Nós estávamos com medo que esse homem fosse ladrão, assassino ou alguma coisa, e ficamos com o pé atrás, mas sem jeito de pedir para o homem descer.
O cheiro ficava cada vez mais forte, quando chegamos em um trecho escuro, e vimos três corvos, procurando carniça.
Olhei para o banco de trás e o homem estava com a aparência pior ainda, com o cheiro começando a ficar insuportável. Nisso olho para o céu e vejo um corvo dar volta, vindo à direção do nosso carro.
Olho novamente para trás com o coração na boca, e o homem estava começando a ficar meio "esverdeado", e começou a babar. A cada vez o trecho ficava mais escuro, e eu olhando pra trás, quando meu prmo dá um berro, e freia o carro bruscamente.
Haviam seis carros de polícia, um assassino, e eles estavam procurando um homem que acabara de ter sido vítima de um asassinato.
Descemos do carro para ver, e o policial nos deu um rerato do falecido.
Por incrível que pareça, o homem era o mesmo que estava no nosso carro. Não acreditmos, meu primo até contestou, explicou pro policial, que achou que eu e meu primo estávamos loucos, e quando fomos mostrar o homem aos policiais, ele já não estava mais lá, a porta estava aberta e o vidro quebrado.
Rodamos uma hora e meia pela volta e não achamos nada, e quando chegávamos na cidade destino, vimos uma luz, nos aproximamos e vimos seis corvos saindo voando com olhos, orelhas e dedos.
Nem quisemos chegar mais perto e fomos dormir.
Bolinhas brilhantes
Colaboração:Marcelo Pinheiro
Há muito tempo em Araruama, acho que há 15 anos atrás, aconteceu uma coisa um tanto estronha.
Me lembro exatamente como foi e sei também, o dia da semana: Sábado, o mesmo dia que passou em um canal de TV, o filme HANGAR 18.
Bom, eu e um colega de rua estávamos sentados na calçada de um outro vizinho. Uma calçada grande, alta... já que era quase uma mansão aquela casa. E ela ficava bem em frente da casa de meu colega.
Bom, estávamos sentados, conversando. Era mais ou menos umas dez da noite. Estávamos ali quando, de repente, vimos que por de trás do muro dele (dos fundos), saia umas bolinhas coloridas, brilhosas... Vale ressaltar que atrás do muro, tinha apenas mato.
Essas bolinhas começaram a subir, se espalhando por cima da casa. Eram de várias cores diferentes. Eu e meu amigo ficamos hiper nervosos, porém sem emitir nenhum som, no mais absoluto silêncio. E as bolinhas continuavam a se espalhar, vindo em nossa direção. De repente, elas pararam, ficaram completamente imóveis. Qual foi nossa surpresa ao ver que, ao invés de sumirem, elas fizeram o mesmo caminho ao subir, porém, descendo e em velocidade cinco vezes mais rápida!!! E voltaram para o mesmo lugar.
Depois disso, nos viramos um pro outro e, quase sem acreditar no que eu vi, perguntei:
- Você viu?
- Vi.
E foi o suficiente para que voltássemos para casa correndo feito loucos!!!
Esse fato não foi único. Vi muitas coisas estronhas por lá. Contava para muitas pessoas e ninguém acreditava, até que num verão, quando minhas primas estavam lá, algo muito parecido aconteceu. Peguei uma prima minha pelo braço e mostrei a ela o estava acontecendo. Ela, antes incrédula em relação a minha estória, agora é a única que me defende!
Juro que aconteceu!!!
O caminhão fantasma
Colaboração:Andre Decourt
Vou narrar um fato bem sinistro ocorrido com uns amigos meus, que estavam indo para uma cidade mineira que sempre iamos nas férias (Lambari).
Eles estavam em 5 e viajavam em um Passat GTS, carro extremamamente possante para a época (1988). Era de dia, com sol forte e dia claro. Eles já tinham passado por São Lorenço e se dirigiam à Lambari pela estrada São Lorenço-Lambari, que na época estava extremamente mal conservada e é uma estrada ruim, sinuosa e sem acostamento. Os próprios moradores da região preferem usar o caminho que passa por Caxambú, mas era o caminho mais rápido e como a pressa da rapaziada era grande, eles estavam se danando para os buracos.
Vinham eles andando pela estrada quando se depararam com um caminhão 1113 amarelo da Mercedes, num trecho onde a ultrapassagem é difícil. Ficaram alí atrás uns 10 minutos e passaram acenando buzinando e dando tchau. Logo depois numa reta o carro cai num buraco e o pneu dianteiro fura e eles são obrigados a parar. Eles param tiram várias malas para ter acesso ao estepe. Uns inclusive deitam na pista para brincar que seria impossível fazer isso no Rio de Janeiro. Levam de 20 a 30 minutos para trocar o pneu e seguem viagem.
Neste meio tempo não passou ninguém e os dois palhaços ficaram o tempo todo estatelados na pista sob protesto dos outros porque não estavam ajudando em nada a troca do pneu .
Quando finalmente partiram, fizeram umas 3 curvas e quem eles encontraram pela frente ?? O mesmo caminhão amarelo, mesma placa, mesmo tudo. Por onde ele passou? Visto que não há nada naquele lugar, só capim e mato ?
Logo na cabeça do pessoal veio o filme "encurralado" do Spielberg. Eles nem olharam para trás e colocaram uns 160 km/h atropelando todos os buracos possíveis. Depois pela cidade souberam que aquela estrada tem fama de mal-assombrada.
Fantasminha trabalhador esse. Ele nem esperou anoitecer para trabalhar. Essa é uma das histórias que conheço e até presenciei algumas, mas o que lhe dá extrema veracidade é que houve 5 testemunhas.
Os erros do titio
Colaboração:André
Tinha um tio, que enquanto vivera errou demais. Pois tinha vários filhos, de esposas diferentes e não lhes dava nenhum apoio. Um deles até, ele somente o vira 2 vezes na vida por breves momentos.
Após sua morte, onde sofrera muito de um câncer de pulmão, consegui conhecer meu primo Cláudio (nome fictício), que morava em outro estado, e por força das atitudes de meu tio, nunca pode nos conhecer. A alegria foi muito grande de ambas as partes, e tive a felicidade de constatar que este se tratava de um homem de grande caráter e bondade.
Naquela noite, dormimos no mesmo quarto e conversamos até tarde. Em um determinado momento, ele começou a chorar e dizia que não sabia como, mas amava o pai intensamente, sem basicamente nunca tê-lo conhecido realmente. Como sou médium e aceito a doutrina espírita, orientei-o sobre aquele assunto, dizendo que eram na verdade duas almas que tinham uma grande dívida a ser paga. Aos poucos, com o que dizia, ele foi se acalmando, e agradeceu-me a orientacão.
Decidimos então dormir, e qual não foi minha surpresa, ao ouvir as 4:00 da manhã, o telefone tocar. Pedi então que ele atendesse, e foi quando ele assustado acendeu a luz e mostrou-me o telefone desligado da parede. Conhecendo tais fenômenos, pedi-lhe que se acalmasse, e que fôssemos dormir. E novamente ao apagarem-se as luzes, o telefone tocou. Meu primo Cláudio já deveras assustado, disse que não conseguiria dormir.
Neste instante, olhei para meu lado, e pude difinir facilmente um vulto negro de pé, ao lado de minha cama. Uma intensa angústia preencheu-me e senti o que meu tio estava sentindo naquele momento.
Parecia que do outro lado, um grande remorso corria sua alma. Acendemos a luz e então pude rezar para ele, orientando-o no que deveria fazer.
Soube mais tarde, através de mesas de Kardec, que este ainda se encontra em grande sofrimento, pois suas dívidas ainda não foram pagas.
Mensagem também em http://meacesse.turmadobar.com.br
enviada por Lu
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