29/04/2004 01:48
Sempre dando um jeitinho!
Genti,socôrro!Hoje eu tô um trapo!Sabem aquele dia que exceto para comer,você não parou um único minutinho?Pois é por aí mesmo!Mas,como sempre (aquele velho papo),inteira ou pela metade,o que eu não faço é abandonar esses blogs e vô 6!
Portanto,vamos ler nossos lindos e doces continhos de terror,antes que eu adormeça no micro e só consiga postar amanhã?
Fuiiii!!!
Serenata no cemitério
Colaboração:Maggie
Minha mãe nasceu em Bebedouro, interior de São Paulo, a casa em que morava ficava próxima a um cemitério. Certa noite, seus irmãos, juntamente com alguns amigos, resolveram ir no cemitério, fazer serenata aos mortos, (coisa de jovens, que moravam numa cidade pequena e não tinham o que inventar). Em dado momento da "serenata"em que eles tocavam e cantavam, começou a ser arremessado contra eles, uma chuva de esterco fresco, que eles não conseguiam identificar de onde vinha, pois vinha de todo lado. Saíram correndo, desesperados e contavam que, mesmo depois de terem saído do cemitério, nos arredores, ainda continuavam sendo atingidos pela tal "chuva de esterco". Aprenderam, a partir desse dia, a respeitar o descanso dos mortos
Livro das magias
Colaboração:Ana Lúcia
Esse caso ocorreu com meu irmão mais novo.
Ele era cismado com magia, livros de bruxaria, etc. Um dia, antes de ir para a escola, ele encontrou um livro velho (de magia) na estante de poemas da nossa mãe.
Interessado, ele levou o livro para a escola e o leu no recreio, escondido. Durante a aula, ele estava testando uma do nível de iniciante. No meio da aula ele tinha uma sensação estranha no meio das mãos que quanto mais ele as aproximava, mais elas o forçavam a afastá-las.
A energia que carregava, segundo ele, tinha cerca de 12 cm de diâmetro. Quando ele começou a ter formigamento nas mãos e não conseguiu mais segurá-la e a arremessou em um colega que o provacava muito. Esse colega virou-se para trás com a sençação de que algo batera em sua cabeça com a força de uma pedra, mas não havia pedras e ele estava isolado do resto da sala.
Meu irmão afastou-se como se não soubesse de nada e no dia seguinte ao perguntar da falta do colega soube que foi para o Hospital com um ferimento na cabeça com a forma de uma esfera.
Ao saber disso ele, com medo, se livrou do livro, queimando-o.
Depois disso, ele resolveu arrumar outro passatempo como: jogar, jogar e jogar mais. Ah, e "se atolar" na tv.
A lenda da Pedra Bonita
Colaboração:Arthur Cristiano Gomes
Fonte: Cunha, Euclides da. Os Sertões. Rio de Janeiro, EDIOURO, 1992.
"No termo do Pajeú, em Pernambuco... Este lugar foi, em 1837, teatro de cenas que reconduzem as sinistras solenidades religiosas dos Achantis. Um mameluco ou cafuz, um iluminado, ali congregou toda a população dos sítios convizinhos e, engripando-se à pedra, anunciava convicto, o próximo advento encantado do reino de D. Sebastião. Quebrada a pedra, a que subira, não a pancadas de marreta, mas pela a ação miraculosa do sangue das crianças, esparzido sobre ela em holocausto, o grande rei irromperia envolto de sua guarda fulgurante, castigando, inexorável, a humanidade ingrata, mas cumulando de riquezas os que houvessem contribuído para o desencanto.
Passou pelo sertão um frêmito de nevrose...
O transviado encontrara meio propício ao contágio de sua insânia. Em torno da ara monstruosa comprimiam-se as mães erguendo os filhos pequeninos e lutavam, procurando-lhes a primazia no sacrifício... O sangue espanava sobre a rocha jorrando, acumulando-se em torno; e afirmam os jornais do tempo, em cópia tal que, depois de desfeita aquela lúgubre falsa, era impossível a permanência no lugar inficionado."
Fugindo do lobisomem
Colaboração:André Lever
Em 97 na cidade de Campinas, eu e minha namorada, que hoje é minha mulher, estávamos andando de carro quando resolvemos parar o carro próximo a um bosque para namorarmos.
Estávamos dentro do carro dando uns amassos quando eu senti um frio na espinha, um tremor e uma má impressão como se algo ruim fosse acontecer.
Foi então que resolvi descer do carro. Ao abrir a porta, ouvi um barulho vindo do bosque atrás de mim. Quando eu olhei, vi uma criatura desfigurada e peluda que vinha para cima de mim. Só que ao me ver o bicho parou, deu meia volta e saiu rastejando para dentro do mato.
Eu entrei no carro, minha namorada estava escondida de baixo do banco e trêmula. Sai com o carro e dois quarteirões dali a criatura atravessou a rua velozmente na frente do carro.
No outro dia a tarde eu voltei no local com um amigo vasculhamos o mato próximo da onde o carro estava parado e encontramos marcas e rastros do animal.
Nunca mais parei na rua para namorar...
Um estranho acidente
Colaboração:Márcio Pedroso dos Santos
O estranho acontecimento que relato a vocês aconteceu na minha cidade
(Cascavel, Estado do Paraná) recentemente, para ser mais exato, dia 16 de junho de 2002.
Meu cunhado viaja para São Paulo freqüentemente, vai aos leilões de carros retidos pelo Detran para compra-los, depois, os conserta e vende aqui em minha cidade por melhores preços. Um amigo seu, proprietário de uma garagem de carros novos e usados, soube do tal leilão em São Paulo e combinou com seus três sócios de viajarem num domingo para a referida cidade com o propósito de comprarem alguns carros.
Os quatro amigos (sendo que o nome de um deles é Jair, o motorista) saíram ainda de madrugada de Cascavel com destino à São Paulo. O carro em que viajavam era um Omega, o qual provavelmente ultrapassou muito a velocidade limite permitida em nossas rodovias. Dessa forma, não puderam evitar o destino fatídico de quem abusa da velocidade e acabaram colidindo contra algumas árvores às margens da Rodovia BR 416.
Os rapazes se machucaram muito com a colisão, mas logo foram socorridos pelo SIATE e pela Polícia Rodoviária. Mas então, acontece algo inesperado: um dos policiais pergunta ao motorista se por acaso eles haviam atropelado alguém que estava em um ponto de ônibus há uns 300m atrás. Espantados, os amigos respondem prontamente que não atropelaram ninguém, mas no mesmo momento se dão conta de que estão somente em três dentro do carro! E então, chega o rabecão do Instituto Medico Legal com um corpo para o reconhecimento dos rapazes. Atônitos, os três amigos reconhecem o corpo de seu companheiro que viajava com eles há alguns minutos atrás. Segundo a polícia, o rapaz estava morto em um ponto de ônibus, com múltiplas fraturas nas pernas e também na cabeça.
O mesmo estava segurando sua mala que havia preparado para passar a semana em São Paulo. A polícia local ainda está investigando o que possa ter ocorrido neste insólito acidente. Os três amigos foram devidamente hospitalizados, e garantem que todas as malas que levavam estavam devidamente trancadas no porta-malas do veículo em que viajavam, e que não tinham a mínima idéia do que poderia ter acontecido com o amigo que já não estava mais com eles no momento da colisão...
Mais um estranho sonho
Colaboração:Joanita Yara Fedossi
Isto aconteceu comigo quando eu tinha 13 anos hoje tenho 16.
Foi horrível, tudo começou quando me deitei por volta das 23:00 hs, aquele tinha sido um dia muito agitado por isso não demorei para pegar no sono, e logo comecei a sonhar.
Sonhei que estava em um lugar horrível onde todas as pessoas tinham três olhos e um deles era na testa, na mão eles carregavam uma enorme foice e também usavam roupas pretas. Tudo parecia muito real, todas aquelas pessoas que por ali passavam ficavam me olhando com seus grandes olhos vermehos.
Eu tentava correr mas eu não tinha forças e entre um sufoco e outro apreceu do nada bem na minha frente um homem muito feio ele também tinha três olhos, não tinha cabelos e dentro de sua boca tinha cobras, esse mesmo homem me olhou e pediu uma corrente que no sonho havia em meu pescoço. Até que era um corrente bonita ela era dourada não muito grossa e tinha um pingente de coração.
Logo tentei obedecer, tentei tirar a corrente do meu pescoço mas não conseguia, era como se algo não deixasse, mas meu desespero aumentou quando eu vi que todas as pessoas dali começaram a caminhar ao meu encontro até que ficaram ao meu redor, eu tentava correr mas minhas pernas não obedeciam. Foi aí que todos levantaram as foices e me matariam de uma só vez, mas graças a Deus eu acordei.
O estranho é que depois de uns três dias ganhei de minha tia uma corrente, que por incrível que pareça, era igual a do meu sonho.
Estranho né?
A cama do tio falecido
Colaboração:Mariana
Há alguns anos atrás, minha tia viúva, nos emprestou sua casa no litoral para passarmos o fim de semana, eu, meu marido e um casal. Na primeira noite, meu marido não conseguiu dormir muito bem pois dizia que sonhou com um senhor que dizia: "Saia já dessa cama, ela é minha!",coincidentemente a descrição desse homem era exatamente igual à do meu tio morto, achei estranho, pois meu marido não havia conhecido ele. Não exploramos muito o assunto, mas ficamos apreensivos. Na segunda noite foi pior: ele sonhou com esse homem que sempre repetia a mesma coisa e ele teve a impressão que alguém tentava arrancá-lo da cama! Quando acordamos, não tivemos dúvida de que algo muito estranho estava acontecendo. Fomos embora. Chegando de viagem, fui agradecer à minha tia pela casa, devolver a chave e estava curiosíssima para lhe contar o acontecido e saber sua opinião. Ela, muito calmamente disse: "Com certeza era ele , pois vocês dormiram justamente no quarto que era nosso e, em vida, meu marido nunca permitiu que ninguém dormisse na nossa cama! ...
Mensagem também em http://meacesse.turmadobar.com.br
enviada por Lu
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