Nome:Luciana
Moro:Em S�o Paulo (Capital)
ICQ:212155200 MSN:lluciana_llima@hotmail.com

Eu amo:Tudo,todo mundo,eu amo viver!

Odeio:Carac�s!Ainda n�o parei para pensar nisso!

Escreva outros dados aqui:Galerinha linda,aprecio artes (praticamente todas:pinturas,m�sicas,dan�as,filmes,livros...),sou amante da natureza e tudo o que tem h� ver com ela,meu maior sonho � ser veterin�ria e vou adorar voc�,concerteza! O "mais" sobre mim,voc� pode conhecer acessando este meu blig e tamb�m me enviando mensagens (todas ter�o resposta),agora vamos l�,n�?....Conhe�a � mim,minhas amadas crian�as (Em especial as minhas filhas que roem cenoura:POLYANNA,LUCYANNA E CHRISTYANNA - Mais ainda especial � a POLYANNA pois somos insepar�veis,at� para dormir-),minha fam�lia,meus amigos,meu mundo!!!!!!!




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Meu passadoH�???????????Isso s� em fotos,mas tem fotos de hoje tamb�m! (Veja em ende�os �teis)





Aqui eu at� que gostaria de descrever este blig,mas fica um pouco dif�cil,j� que a cada dia eu falo de uma emo��o nova,portanto s�o postagens muito ecl�ticas,a n�o ser pelo fato de que sou f� de filmes (Especialmente de Suspense/Terror),e que desde que comecei,todo dia tem um (Ou mais) contos de terror para voc� se distrair.Ah! E se voc� quiser alguma coisa que n�o tem nestas minhas postagens,� s� falar que eu vou buscar e publico tudinho aqui,s� para voc�!
Agora,antes de parar de falar,aqui vai meu cat�logo de filmes (� s� para voceis saberem o conte�do de minha filmacoteca particular),ok?
Meu arquivo de filmes 001. A bruxa de Blair (Bom) 002. A casa adormecida (Muito bom) 003. A casa amaldi�oada (Bom) 004. A casa da colina (Bom) 005. A casa das almas perdidas (Bom) 006. A casa de vidro (Bom) 007. A casa dos esp�ritos (Muito bom) 008. Acelere Ayrton (�timo d+) 009. A hora do pesad�lo I (Bom) 010. A hora do pesad�lo II (Bom) 011. A lenda do cavaleiro sem cabe�a (Bom) 012. A m�scara do Zorro (Bom) 013. Amityville II (Bom) 014. Amityville III (Bom) 015. Amityville (Doll house) (Regular) 016. Amor sem fim (Muito bom) 017. A morte do dem�nio (Bom) 018. A morte veste vermelho (Bom) 019. A noite das brincadeiras mortais (Bom) 020. A novi�a rebelde (Muito bom) 021. As duas vidas de Audrey Rose (Bom) 022. As filhas de Marvin (Bom) 023. A sombra do vampiro (Bom) 024. A �ltima profecia (Bom) 025. Ayrton Senna para sempre (�timo d+) 026. Baile de formatura III (Bom) 027. Bates motel (Muito bom) 028. Bones o anjo das trevas (Bom) 029. Bruxa de Blair 2 (Bom) 030. Carrie,a estranha (Bom) 031. Carrie 2: A maldi��o de Carrie (Bom) 032. Cemit�rio maldito (Grace secrets: The legacy of Hilltop Drive) (Bom) 033. Contos da meia-noite (Bom) 034. Critters III (Bom) 035. Despertar de um homem (Bom) 036. Di�rio de um adolescente (Bom) 037. Dias de trov�o (Muito bom) 038. Dirty dancing (�timo) 039. Duets (Bom) 040. Dupla personalidade (Bom) 041. Em algum lugar do passado (Muito bom) 042. Enigma (Bom) 043. Esp�ritos (Believe) (Muito bom) 044. E.T. (O extra-terrestre) (�timo) 045. Eu ainda sei o que voc�s fizeram no ver�o passado (Bom) 046. Eu sei o que voc�s fizeram no ver�o passado (Bom) 047. Falando com os mortos (Bom) 048. Filha da luz (Bom) 049. Gilbert Grape (Aprendiz de sonhador) 050. Ghost (Do outro lado da vida) (�timo) 051. Gremlins (Bom) 052. Hist�rias de fantasmas (Bom) 053. Ilus�es perigosas (Muito bom) 054. Inesquec�vel (Bom) 055. Instinto selvagem (Bom) 056. Jade (Bom) 057. Lembran�as mortais (Bom) 058. Lenda Urbana (Bom) 059. Lenda Urbana 2 (Bom) 060. Lua de fel (Regular) 061. Manuelita (Muito bom) 062. Medo em Cherry falls (Bom) 063. Navio fantasma (Muito bom) 064. O chamado (Bom) 065. O colecionador de ossos (Bom) 066. O corvo I (Bom) 067. O corvo III (Bom) 068. O dia do terror (Bom) 069. O dom da premoni��o (Bom) 070. O exorcista (Bom) 071. O fantasma do Louvre (Bom) 072. O jogo da forca (Bom) 073. O jogo dos esp�ritos (Bom) 074. O homem da m�scara de ferro (Muito bom) 075. O mist�rio de Seacliff inn (Bom) 076. O novo pesad�lo (O retorno de Freddy Krueger) (Muito bom) 077. O olho que tudo v� (Bom) 078. O 1� ano do resto de nossas vidas (Bom) 079. O quarto andar (Bom) 080. O quarto do p�nico (Bom) 081. O sexto sentido (Bom) 082. Os outros (Muito bom) 083. O �ltimo portal (Bom) 084. Paix�o assassina (Bom) 085. Paix�o eterna (Muito bom) 086. P�nico 1 (Bom) 087. P�nico 2 (Bom) 088. P�nico 3 (Muito bom) 089. Pesad�lo no 13� andar (Bom) 090. Poltergeist I (O fen�meno) (Muito bom) 091. Poltergeist II (O outro lado) (Bom) 092. Poltergeist III (O cap�tulo final) (Bom) 093. Premoni��o (Bom) 094. Premoni��o 2 (Bom) 095. Prisioneiros das trevas (Bom) 096. Proposta indecente (Bom) 097. Rela��o indecente (Bom) 098. Revela��o (Bom) 099. Ritual (Bom) 100. Rudolph (A rena do nariz vermelho) (�timo) 101. Sedu��o e vingan�a (Bom) 102. Segredos do passado (Bom) 103. Segredos do passado (Buried secrets) (Bom) 104. Sete dias para viver (Bom) 105. Stigmata (Bom) 106. Striptease (Bom) 107. Titanic (�timo) 108. Topo Gigio (�timo) 109. Tr�s amigas e uma trai��o (Bom) 110. Treze fantasmas (Bom) 111. Uma linda mulher (�timo) 112. Um lobisomem americano em Londres (Muito bom) 113. Vida de inseto (Muito bom) 114. Witchboard I (Bom) 115. Witchboard II (Bom)




02/05/2004 03:41
Mais bingoooooooo!
Olá galerinha maravilhosíssima,como podem ver,hoje eu vim postar de forma diferente,pois me deu na cabeça a idéia de descobrir o porquê da história que rolou na semana passada sobre a reabertura dos bingos,e como podem ver,eu encontrei algo e tô pondo aqui por dois motivos:O1º É que como quase não se noticiou tal fato na tevê,eu já tava me sentindo envolvida numa palhaçada (e me senti envolvendo vô 6,também);O 2º Já vem do fato de que se eu soube falar sobre o assunto,achei que não custava nada publicar a parte jornalística,invés de usar a minha maneira para falar sobre.
Bom,taí a principal prova de que "talvez" as coisas voltem à rotina para os felizes moradores de São paulo e Santa Catarina,qualquer novidade,ô 6 sabem que não vou esquecer de publicar por aqui,ok?
E logo após a matéria,eu vou achar que vai estar na hora de esquecer um pouco esse negócio e bingo,e dar uma relaxada lendo nossos contos,concordam?
Fuiiii!!!





Abrabin deve contestar MP no STF
Com o fim do Carnaval e a volta do Congresso ao trabalho, governo, parlamentares e lobbies retomam a discussão sobre legalização dos bingos; o próprio Lula disse que a MP valeria até que se “encontrasse uma solução definitiva”




Além da crise política gerada a partir das investigações e denúncias feitas pelas revistas semanais Época e Veja, o governo começa a enfrentar a partir de agora a contestação organizada à Medida Provisória (MP) editada no sábado passado e que mandou fechar todas as casas de bingo e proibiu a importação e funcionamento das máquinas caça-níquel. Bingos de Santa Catarina e São Paulo que recorreram ao Judiciário contra a MP já haviam conseguido liminares favoráveis à manutenção do negócio em funcionamento.

Segundo a assessoria de imprensa da Associação Brasileiros dos Bingos (Abrabin), a direção da entidade vai se reunir na manhã desta quarta-feira para decidir “que instrumento jurídico será usado para contestar a Medida Provisória no Supremo Tribunal Federal (STF)”. A idéia é conseguir uma decisão jurídica que tenha valor para todo o país e não permita que um MP do Poder Executivo possa barrar decisões do Poder Judiciário. “As liminares conseguidas durante o Carnaval só valem para cada um dos bingos que recorreu à Justiça”, afirmou a assessoria de imprensa da Abrabin.

Em outra oportunidade, em outubro do ano passado, o Supremo foi chamado a decidir se mantinha ou não em funcionamento, ainda que liminarmente, quatro dezenas de casas de bingo dos municípios do Rio de Janeiro e Niterói. Por decisão do ministro Marco Aurélio de Mello, o Supremo manteve os bingos abertos e cassou a proibição ordenada pela Justiça Federal do Rio. A própria Procuradoria do Estado do Rio havia entrado com o pedido de liminar, alegando que o fechamento dos bingos desempregaria cerca de 6 mil pessoas, entre empregos diretos e indiretos.

Um dos argumentos do ministro Marco Aurélio de Mello para a concessão da liminar que manteve os bingos em funcionamento foi o fato de que qualquer decisão em definitivo só deveria ser tomada quando o Supremo tivesse concluído o julgamento, no mérito, da constitucionalidade das leis em vigor e das autorizações liminares que mantêm os bingos de portas abertas. Agora, entra para esse rol de dúvidas a constitucionalidade da própria Medida Provisória do governo Lula publicada no Diário Oficial de sábado.



Fonte:http://www.primeiraleitura.com.br/auto/leia.php?id=22671






AGORA VAMO PRUS CONTOS?


Deixe minha sobrinha em paz
Colaboração:Osmar Almeida Santos

Almeida Santos disse o seguinte:

"Juro, em cartório, que a história abaixo é verdadeira. O nome Elena foi a única coisa inventada nesta história, para proteger a anonimidade da verdadeira mulher."

Morei 7 anos na Suíça. Minha firma ficava em Lucerna, no meio da parte alemã. Um dia tive que ir a Londres com um colega da companhia. Usávamos sempre o aeroporto de Zurique.

Saímos de carro às 11 da manhã para pegar o avião das 2 da tarde. No caminho, o tempo fechou. De garoa, passou à neve molhada, fazendo gelo no asfalto. O carro patinava. Meu colega, italiano experimentado, concluiu:

- Caríssimo, não vamos viajar hoje. O aeroporto vai fechar. Melhor passar a noite num hotel em Zurique. Sei o que estou dizendo, não perde tempo, entra no desvio direto para a cidade.

Segui os sinais, acabamos bem no meio da cidade, na estação central de trens. Alí, fomos direto ao balcão da Swissair para remarcar as passagnes.

- O senhor tem razão, - o aeroporto está fechado. - Posso remarcar para amanhã, 10:30, Swissair, está bom?


Em frente da estação, ficava o Hotel Hauptbahnhof, tradicional, prédio, começo do século. - Você vai comer a melhor
truta com amêndoas da tua vida - disse o meu amigo. Tinha razão. Tão bom, que acabei pedindo uma segunda garrafa de Chablis. Depois, no embalo, fui tomando uns dois kirsh com a sobremesa. Durante o jantar, meu amigo, me contou:

- Hitler ficou neste hotel. Os suíços não falam nisso, dizem que Hitler nunca veio à Suíça. Veio sim, em segredo, botar dinheiro sujo nos bancos, ou fazer algum acordo com os suíços. Ou ambos.

A história me deixou impressionado. Meu amigo foi dormir. Eu fui à recepção:


- Escuta, o meu quarto é muito barulhento, o tráfico, os bondes. Será que posso mudar?

- Pois não.

- Eu gostaria de ficar no quarto que Hitler ocupou.

- Hitler nunca veio à Suíça, senhor, se veio não ficou neste hotel.

Tirei uma nota de 50 francos e entreguei ao rapaz.

- É o 37D, no 3o andar. Mas é uma suite, o senhor só tem quarto de solteiro.

- Pago a diferença.


Passei a pior noite da minha vida. O vinho, a cachaça de cereja, sei lá. Sono leve, cheio de pesadelo. Só via o Hitler.
Em uniforme cáqui, de paletó marron, com quépi, sem quépi, à paisana, e até de pijama. Sempre com a suástica, voz estridente, repetindo sempre a mesma ordem:

- Deixa minha sobrinha em paz! Deixa minha sobrinha em paz!.

Eu fazia esforço para acordar. Não podia, estava grudado na cama. E o Hitler andando de um lado pro outro do quarto, me olhando brabo, levantava a mão, dedo em riste:

- Deixa minha sobrinha em paz!

De madrugada, consegui acordar, com enjôo. Fui ao banheiro para vomitar. Sentado na latrina, lá esteva ele, Hitler, com a calça de pijama no calcanhar. Levantou, limpou a bunda, e balançou o papel sujo na minha cara:

- Deixa minha sobrinha em paz! - vomitei toda minha alma. Ele ficou o resto da noite sentado na poltrona, em fronte da minha cama. Toda vez que eu abria os olhos, lá estava ele, o dedo ameaçador.



Passamos a sexta-feira em Londres. Meu amigo voltou para a Suíça. Eu fui passar o fim de semana com um galho meu: a Elena. Era só uma conhecida. Não trabalhava para a nossa companhia, mas fazia pesquisas de mercado para nós. Foi assim que a conheci. Há mais de um ano. Sempre tive a impressão de que ela topava uma brincadeira sem compromisso. Tinha chegado o dia de averiguar. Ele me convidou para visitar a casinha de campo que tinha comprado. Me recebeu com uma câmera Polaroid na mão. Passamos o sábado tirando fotografias, pelados, na cama, na sala, no banheiro. No amar, ela não era nem boa, nem ruim. Nota 6. Papai-mamãe, cachorrinho de lado, e a tal posição da tesoura. Nada mais. Beijo frio, nada de chupadas. Tinha corpo bem proporcionado. Loira, cabelos lisos, testa larga, olhos azuis de peixe morto. Era imprevisível, temperamental. Queria, não queria. Quero agora. Agora não. O que me atraía mais na Elena era a conversa inteligente. Era educada, falávamos de negócios, política, artes. Casa acolhedora, madeira exposta, lareira enorme, tudo decorado com bom gosto, antiguidades. Mas não tinha nada na dispensa. Comemos corn-beef em lata com biscoitos d´água, para acompanhar a champanha. No domingo, como manda a etiqueta de amante temporário, convidei-a para almoçar no
restaurante da aldeia.

Sabia que ela era divorciada, se dedicava ao trabalho, e que tinha um namorado permanente. A etiqueta do bom amante manda que não se fale em outros homens, mas, durante o almoço, já tínhamos esgotado os assuntos. Não resisti :

- Hilton é o seu sobrenome de casada?

- Não. É o sobrenome de solteira. Quando me divorciei, voltei a usar Hilton, tem mais impacto comercial. Não gosta? O pessoal associa logo com o Hotel, não que eu esteja aberta para todos_

Ri, segurando a mão dela. Ela retirou a mão, não era lá muito afetuosa. Mesmo agora tendo trocado fluidos corporais comigo, mantinha distância. Era assim, conversa inteligente, fotos eróticas, nheco-nheco, e pronto. Nada de carinhos, nada de ternura.



Quando ela me levou de carro à estação de ônibus, perguntei, um pouco encafifado com a dureza sexual dela:

- Então dona Hilton? Quando podemos nos ver de novo? Tem planos de ir à Suíça? Se for, fica comigo. - O sexo não era lá grande coisa, mas sexo é sexo, não faço lá muita escolha, quando se está com fome, um sanduíche é banquete. O convite era uma maneira de dizer sutilmente que tinha gostado da sacanagem, fotos, e tudo, e agradecia a hospitalidade da Hilton.

- Sei lá. Mando telex se for. Obrigada.

- O prazer será meu, - no fundo tinha chegado à conclusão de que ela não gostava muito de sexo, era só parte do
intercâmbio, conversas, fotos eróticas.

- E não fica me chamando de dona Hilton. Gosto mais de Elena. Meu pai era alemão, imigrou para a Inglaterra, antes da guerra. O sobrenome verdadeiro não é Hilton, ele mudou o sobrenome, anglicizou para Hilton, justamente por causa da guerra.

- É? Qual era o nome original?

- Hitler. Mas você entende que um sobrenome desses não caía bem durante a guerra.




No velório,conversando com o defunto
Colaboração:Mônica Campregher

Minha tia tem sempre visões, desde pequenina.

Certa noite, já casada, foi à um velório com seu marido, de um amigo dele que ela não conhecia, só para fazer uma média.

Chegando lá o velório estava bem quieto e com poucas pessoas. Minha tia foi cumprimentando todos os familiares que estavam lá; esposa, filhos... Até que ela percebeu um senhor bem triste e quieto num canto da sala e foi falar com ele, pois estava muito sozinho.

Pensou... "deve ser irmão do falecido". Conversou com ele por alguns minutos sobre a noite, o tempo, etc... Seu marido lhe chamou, e quando foi falar com ele, passou pelo caixão para dar uma olhada no corpo do defunto.

Foi aí que descobriu porque as pessoas olhavam para ela de um jeito estranho enquanto conversava com o senhor no canto da sala. Olhando dentro do caixão viu que o defunto era exatamente aquele senhor triste que ela havia conversado, deu um grito seco que não pode segurar e olhou para o canto onde estava o velhinho e ele havia desaparecido.
Até hoje ela não gosta muito de comentar sobre isso, já que agora controle bem seu dom de ver "coisas".



Canibalismo quintenho
Colaboração:Rondon de Castro

Dizem que no período do Equador colonial, existiam duas irmãs, herdeiras de um comerciante espanhol, que moravam na parte mais rica da cidade. Mesmo assediadas por pretendentes, uns ricos outros nem tanto, nunca abandonavam o casarão em que moravam. Poucas vezes foram vistas em público e mesmo à missa dominical não iam.

Os poucos empregados que conheciam o interior do domicílio afirmavam que depois da morte do pai das garotas, a casa havia sido mergulhada em um silêncio completo. Somente no pavimento frequentado pelas garotas haviam sons, música e, até, gargalhadas. Apesar de haver vários quartos, as duas dormiam na mesma cama, o que originou comentários sobre um suposto lesbianismo. O que chamava mais a atenção era, porém, a pequena quantia de comida consumida pelas duas. Às vezes, diante dos empregados, apenas se contentavam com
cálices de vinho. A fraqueza, porém, não parecia atingi-las.
Um jovem policial, não se sabe como, apaixonou-se por uma das irmãs e, aproveitando-se dos seus patrulhamentos pelas ruas estreitas da Quito antiga, esperou uma oportunidade para aproximar-se. Numa noite, escondido por uma forte neblina, muito semelhante ao fog londrino, viu as duas irmãs sairem de madrugada por uma porta lateral do casarão. Seguiu-as discretamente até o cemitério onde, após entrarem, um homem (identificado depois como sendo o coveiro) retirou-se apressadamente. Temendo pelo pior, o policial invadiu o campo santo e - espanto e pânico - encontrou as duas irmãs dentro de uma capela que servia de túmulo, comendo fatias de um cadáver estendido no mármore que servia de mesa consagrada em missas. Mesmo horrorizado, o policial conseguiu trancá-las e chamou seus colegas em serviço.
As duas foram presas, mas, a força da influência do dinheiro das duas foi suficiente para que os juízes as liberassem. Sem posses, as duas teriam ido para o Peru, onde teriam sido mortas por indígenas e enterradas com lascas de madeira espetadas no coração.





A maldição do 13º BPM
Colaboração:Ricardo

Quando a palma do jardim do 13º BPM da cidade de São Paulo é cortada fora do dia de finados, algum policial morre.

A Palma da Morte, como ficou conhecida, foi plantada há 20 anos. Outra curiosidade que ronda o quartel, é que no parapeito de um casarão que fica ao lado, aonde era um antigo Palácio do Governo, existem 16 diabinhos, todos virados para o quartel e na frente existe uma igreja em que a imagem de cristo está virada de costas para o quartel.

Isto é o caso mais estranho que já vi.



O vaso

Colaboração:Carlos Corvo

Em 1985, morávamos em Brasília. E foi lá que aconteceu isto que relato agora.

Era por volta das 4 da manhã, quando minha mãe sonhava com uma tia dela que morava no interior de Santa Catarina. Foi então que minha mãe acordou com um barulho no quarto, leve, como vidro trincando. Não deu muita importância e, logo voltou a dormir.

Lá pelas 7:30h da manhã, acordamos com o telefone tocando, e como era um sábado, já desconfiamos que alguma coisa havia acontecido. Era um primo de minha mãe ligando de Sta. Catarina, avisando que a tal tia que minha mãe tinha sonhado, havia morrido.

Muito abalada, minha mãe levantou-se para dar a triste notícia para todos em casa. Foi quando ela notou que um vaso que ficava em cima da mesa no quarto dela estava quebrado. Então ela lembrou do barulho da noite passada e ligou as coisas.

Até aí, um fato sem importância não fosse o vaso, ter sido um presente desta tia recém falecida e o barulho (o vaso quebrando) exatamente na hora que esta tia morreu.


Convidada do além

Colaboração:Vanderlei Patti Santana

Tenho a Foto para provar, então não é FICÇÃO!!!

1.989, Festa de 01 ano do Bruno (Meu Filho)...

Realizamos na casa da minha sogra onde estávamos em família e alguns amigos, tudo correu normal, felicidades, beijos, doces, bolo,fotos e mais fotos, fim da festa que felicidade, comentamos. Amanhã revelaremos as fotos e recordaremos os belos momentos que propusemos ao BRUNO, mas...

Quando revelamos as fotos descobrimos que existia mais alguém na festa, onde não convidamos nem sabemos de onde veio, onde o Bruno esta nos braços de seu tio (meu irmão) e um amigo , atrás tinha uma janela e surgiu a IMAGEM de uma senhora aparentando uns 65 anos, com uma gola branca e um casaco de cor opaca, simplesmente de frente e sorrindo para o Bruno.

Não a conhecemos, mas está registrada em uma foto que hoje se encontra no álbum de fotografias do Bruno.


Vanderlei Patti Santana
Pai do Bruno...


A velha do 6º andar

Colaboração:Allan


Eu moro no 5º andar de um prédio e toda noite eu ouvia barulhos no andar de cima, como se fosse alguém arrastando móveis. No andar de cima morava uma velha, que eu xingava muito, pois a hora que mais eu ouvia barulho era à noite.

No começo deste ano a velha morreu. E uns dias depois da morte dela eu acordei com um pedacinho do meu cabelo cortado

Mensagem também em http://meacesse.turmadobar.com.br




enviada por Lu






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